Empatia: palavra que somada ao colaborativismo não falta em qualquer discurso que eu faça. Por quê? Porque a única maneira de criar vínculo é entender racionalmente como se sente seu interlocutor e isso não está no âmbito dos sentimentalismos; isso está no âmbito das relações humanas e, portanto, permeando também o mundo dos negócios.

Se eu me preocupo em saber que produto melhor se encaixa na sua situação atual, considerando todos os aspectos do seu momento, certamente poderei lhe fazer uma entrega muito mais completa e que lhe trará a sensação de preenchimento de expectativas. Para o setor de serviços nada mais empático do que o entendimento daquilo que seu cliente busca, apresentando um resultado tão satisfatório quanto uma ingestão de dopamina via oral.

Por que devemos exercitar a empatia? Porque ela fideliza. Se você corresponde às minhas expectativas como consumidora, me atingindo num dos pontos mais sensíveis da psique humana, por que diabos eu haveria de procurar o concorrente que ainda não entendeu a minha ligação com o produto e/ou serviço que procuro?

Importantíssimo lembrar que a empatia é diferente da simpatia, porque a simpatia é basicamente uma resposta intelectual, enquanto a empatia é uma fusão emotiva.

E assim a roda continuará girando: eu tentando lhe entregar o produto e/ou serviço da forma que melhor lhe atende e você dando prioridade ao meu trabalho por reconhecer o esforço que faço para lhe atender não só com excelência - mas com vontade e paixão.

Tem uma duvida? Eu tenho o conhecimento e colaboro. Precisa de um trabalho? Eu tenho um networking vasto e vou lhe apresentar. Empatia: questão primeira do colaborativismo ao empoderamento.

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